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domingo, 4 de agosto de 2013

Sobre discurtir o relacionamento...



Quem nunca teve uma DR, a famosa discussão da relação? Uns até curtem isso, procuram motivos para ficar infinitamente debatendo os problemas entre o casal. Já outros como eu, detestam, só fazem porque realmente é necessário. Afinal, quando se desiste de discutir a relação e o relacionamento vai muito mal, é sinal que está com os dias contados para o fim.

Tive muitos relacionamentos durante a minha vida e morei com dois homens (não ao mesmo tempo, claro...rs) e morando junto é quase inevitável passar por DRs. Geralmente são as mulheres que tomam a iniciativa desse tipo de conversa, mesmo que existam alguns poucos homens que adorem DR. Conheço alguns e os acho uns chatos. Acho que é meio do espírito feminino ficar buscando entender o relacionamento. O homem no geral, se estiver com seus requisitos básicos satisfeitos, seguem sem se perguntar muito. Claro que estou dizendo que em regra é assim, mas óbvio que está cheio de exceções, como eu e as que conheço.

Com os dois companheiros que vivi, quando tinha que ter uma DR, era algo que eu "ruminava" durante um tempo, procurando soluções para não chegar ao ponto de ter esse tipo de enfrentamento. E normalmente chegava para o parceiro e marcava um dia, geralmente um sábado, em que a gente pudesse sentar e tomar umas cervejas para que a coisa ficasse menos pesada. Simplesmente odeio DRs, mas não tem como evitá-las. Ainda bem que de todos os meus relacionamentos só um amava DR e a coisa não durou dois meses... rs.

Os dois companheiros com quem morei, não me perguntavam onde fui, com quem estava, porque cheguei tal hora. Não me perguntavam o motivos de eu estar agindo assim ou assado em pequenas coisas, só nas coisas realmente importante. Acho isso tão libertador!  Simplesmente me deixavam livre, e sempre procurei retribuir da mesma maneira.

Duas mulheres com quem trabalho, fazem DR pelo telefone, durante o expediente e com todos ouvindo. São conversas daquelas que o casal só deve ter entre quatro paredes. Sinceramente não consigo entender algo assim. Fico com vergonha alheia.

Infelizmente não nos deparamos com DRs só nos relacionamentos amorosos. Volta e meia aparece uma amizade na minha vida que adora DRs de amizade. Affe!! Se dentro de um relacionamento romântico já acho um saco, imagina com amizade?! Normalmente são aqueles amigos que ficam te perguntando porque você está tratando ele dessa ou daquela maneira. Ou aquele amigo que se você some pelas contingências da vida, na primeira oportunidade te cobra presença, pergunta porque não ligou, porque não respondeu o email e tal. Nossa, não tenho a menor paciência para amizade assim, acho totalmente desnecessário.

Tenho três amigas de vida, tirando os de internet, que de uma certa maneira ficam separados na minha cabeça, já que separo bem minha vida virtual da vida cotidiana. Então essas três amigas ficaram na minha vida porque simplesmente não me cobram nada, nada, nada. A gente pode ficar semanas sem se ver, quando nos encontramos a conversa começa do ponto que parou sem nenhuma indagação tola. Elas são como eu, e por isso a coisa continua. Se uma precisar da outra a gente tá presente. Se uma sentir saudade da outra, procura, sem explicações, simples assim.

DRs, sejam do que jeito que for, prefiro evitá-las, mas se não der, que seja pelo menos suave na forma de abordar as questões.

domingo, 9 de junho de 2013

Chegando o Dia dos Namorados...


Talvez essa seja a data mais lamentada pela ala feminina...rs. Concordo que muitos homens estejam aí querendo arranjar uma namorada, mas essa busca pela "outra metade", culturalmente, é bem mais das mulheres. Se contar todos os dias 12 de junho da minha vida, com certeza, a maior parte deles passei sozinha e não tenho muito problema com isso. Afinal, se existe uma pessoa que não se liga em datas, essa pessoa sou eu. Mas qual  solteiro que se sente plenamente satisfeito nessa condição? Certamente existe um ou outro que numa fase prefira estar livre e solto, mas todos nós queremos um par um dia.

Faz tempo que estou sozinha e tem uma coisa de bom nisso, aprendi demais com minha solidão, aprendi que não precisamos ficar desesperados atrás de alguém, aprendi que podemos fazer várias coisas legais sozinhos e aprendi acima de tudo a curtir ficar comigo mesma. Posso passar dias dentro do meu apartamento, sem conversar com ninguém (sem conversar mesmo, nem por telefone) e mesmo assim me sentir bem. Por a vida, ou destino, ou minhas escolhas terem me levado a estar mais sozinha, criei muitas formas de não me importar com isso. Depois de um tempo isso ficou natural, nada forçado, simplesmente, fico bem sozinha.

Mas é óbvio que o ser humano não foi feito para a solidão. É claro que gostaria de ter um parceiro legal, mas um parceiro legaaaal.  Instintivamente procuramos um par, não tem como bloquear isso dentro da gente. O que podemos fazer é racionalizar essa busca, não deixar que ela se torne o motivo da sua vida, não deixar que os sentimentos fiquem descontrolados fazendo com que a gente se agarre ao primeiro traste que aparecer.

Posso dizer com toda a sinceridade da minha alma, que prefiro acabar meus dias sozinha a arrastar relacionamentos desgastados. Porque sei bem o que é isso. O que é você acordar, interagir e ter que ir dormir ao lado de uma pessoa que não te diz mais nada. Esse tipo de situação é mil vezes mais desgastante emocionalmente do que simplesmente seguir sua vida sozinho. E olha que tenho vários exemplos em volta de mim de relacionamentos totalmente desgastados, é triste de se ver, me dá medo, talvez por isso esteja tão reticente nessa esfera.

E como tem gente que não sabe viver só!! Fico impressionada com o desespero de algumas pessoas quando terminam um relacionamento e se percebem sozinhos. Parecem que passam a dedicar toda a sua vida a conseguir um novo parceiro ou a voltar para o velho parceiro e tentar fazer funcionar algo que já está estilhaçado faz tempo. Sem contar os casais que continuam juntos com aquela relação detonada por simples dependência emocional um do outro, ou puro comodismo.

Aprender a fazer companhia a si mesmo é importantíssimo para a busca de uma relação legal. Porque quando não lidamos bem com nossa solidão, qualquer um pode parecer ideal para preencher aquele buraco imenso. Mas se estamos bem sozinhos, podemos avaliar melhor se aquela pessoa realmente vai nos satisfazer.

Lendo assim meu texto, parece tudo muito utópico. Parece conversa de mulher encalhada. Talvez eu seja encalhada, sei lá! O que me importa? É só mais um rótulo dentre tantos que podem me colocar...rs. Mas se pensarmos bem, todos nós podemos nos acompanhar de alguém, todos temos alguém que seria um possível pretendente. Posso dizer que tenho um e fica bem pertinho de onde moro. Só que por não ter essa urgência de me acompanhar, não sinto que ele seja o cara que quero para mim. É isso que quero colocar nesse post, sobre a importância de seguir bem só, para poder escolher melhor uma companhia. Pior do que ser sozinho é escolher um relaconamento mais ou menos, daquelas que a gente sabe que não tem futuro...

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Relacionamento a virtual e a distância.


Apesar de já ter vivido com um homem que conheci na internet e ter tido uma grande paixão que começou na internet, não acredito muito em relacionamentos que começam no virtual. Não sei dizer ao certo porque carrego essa descrença, mas acho que pelo fato de tudo que começa no virtual ter muita idealização de ambas as partes. E quando entra a realidade, quase sempre tem algum choque. Sempre se quebram algumas expectativas, mesmo que comigo tenha tido um caso em que a realidade só somou positivo. Mas continuo com uma certa descrença.

No entanto o fato de você não acreditar em algo, não faz aquilo deixar de existir, ou funcionar, ou ser uma opção. E no meu caso, por mais que eu fuja de conhecer homens pela internet, continuo conhecendo. E volta e meia me interesso por um. Não é algo fácil de acontecer, visto que tenho essa resistência em começar dessa forma.

E quando a coisa inicia no virtual e tem o fator distância somado, aí para mim piora muito. Não é algo simples fazer um relacionamento amoroso funcionar a distância. No entanto, vejo alguns exemplos perto de mim. E que começaram com distâncias grandes e a coisa se resolveu.

Então dar chance de conhecer um cara na net, além do fator idealização virtual, pode vir somada a tal distância. E como a gente não é dono dos acontecimentos na nossa vida, ocorre de me interessar por alguém que está longe e no virtual. E sempre que isso acontece, num primeiro momento, a vontade que tenho é de desistir, porque isso me parece mais com criar um problema, do que trazer um acontecimento bom para sua vida. Mas aí você não entende muito bem o porquê de estar deixando aquilo rolar, vai permitindo mesmo assim, sem concordar, e vai gostando. E quando percebemos estamos ali enredado em algo que sempre evitamos.

Também tem um outro aspecto a ser levantado. Se não busquei, a coisa aconteceu muito por acaso e rolou, deve ter um motivo cósmico para aquilo ter aparecido em nossa vida. Pode ser um sinal da vida para que não me feche, para que quebre preconceitos, um sinal de que muitos acontecimentos da nossa vida não estão definitivamente sob nosso controle. As situações aparecem e a gente tem que decidir o que fazer com elas. E sempre costumo decidir por dar uma oportunidade, para que mais tarde não venha a me arrepender do que deixei de fazer.

A parte chata é que nem sempre o que parece um aviso de Deus, uma chance do destino, um presente dos astros, é algo realmente bom; muitas vezes é só um erro de julgamento, uma tentativa torta, um desejo fora do lugar, algo que simplesmente poderia ser evitado e não foi. E ruim é constatar que por mais chances que eu dê, a minha impressão ruim de relacionamentos começados no virtual continua.

E você? Acredita em relacionamento virtual? E relacionamento a distância?

domingo, 29 de janeiro de 2012

Mulheres que se desvalorizam...


Dia desses fui ao salão fazer minha unha e todos que me conhecem melhor, sabem o quanto detesto salão. Acho que quando se reúne muitos seres humanos do mesmo sexo, o papo tende a ficar fútil em alguma direção. Mas já que tenho que enfrentar, que seja da melhor maneira possível, com leveza.

Bem mas o post não é sobre salão. É que reencontrei uma cliente nesse que vou e quero comentar sobre ela. Quando entrei no salão ela estava na porta aos berros, no celular, com alguém que parecia ser o namorado, marido, amante. Uma gritaria que chamou a atenção de todos. Sentei e a manicure começou minha unha, a tal menina voltou se sentou na cadeira ao lado, da outra manicure, imediatamente me reconheceu e me cumprimentou de maneira muito simpática. Disse que estava nervosa e deprimida, pois o seu melhor amigo tinha morrido no início da semana. Mas comentou também sobre a briga que estava tendo com seu namorado, que, segundo ela, é infiel, um "galinha".

Ao olhar para uma menina tão simpática, jovem e bonita fiquei imaginando o namorado dela nos mesmos moldes. Mas num determinado ponto da conversa ela deixou escapar que o cara era casado, que vivia com a mulher apesar de não ter mais relações com ela. Como assim? Alguém ainda acredita nessa velha desculpa esfarrapada? O cara é casado e ainda sai com outras além dela? E seguiu dizendo que era muito ciumento e que queria controlar a vida dela.

Minutos depois ele liga perguntando se ela tava fazendo a unha porque ia sair para se divertir. A menina ficou descontrolada, começou a chorar e dizer o quanto ele tava sendo injusto em tratá-la daquele jeito. E que ele ainda teria dito que iria desligar o telefone a partir daquele momento e só religaria no dia seguinte. A menina ficou descontrolada, magoada e chorosa.

Nesse momento as manicures começaram a dizer que ela era uma boba, que homem nenhum valia isso, muito menos esse com quem ela tava. Entrei no meio e disse que se deixasse, o cara iria fazer mesmo o que quisesse com ela, que só ela poderia dar um rumo diferente nessa história.

Bem o papo morreu e ficamos conversando sobre outras coisas. Senti uma profunda simpatia pela menina, apesar de ser uma pessoa visivelmente muito diferente de mim. Ela começou a falar da irmã e as manicures disseram que o cunhado dela era muito bonito. E aí ela me mostrou, no celular, a foto do cunhado, realmente lindo, e da sua irmã, também muito bonita. Não resistiu e mostrou também a foto do cara que tava com ela, o tal casado, que me parecia um belo traste. Quando olhei a foto, não consegui disfarçar minha decepção. O cara era velho e bem feio. E até onde pude perceber na conversa ele não era do tipo "mão aberta", que dava dinheiro, coisas materiais para ela.

Enfim, a minha mente pensante compulsiva não parou mais de raciocinar a respeito. Quais motivos levam uma menina aparentemente "bem nascida", bonita, jovem, simpática, que poderia ter homens legais, a se ligar num traste desse?

Na vida tem gente que já nasce com um time jogando contra e mesmo assim faz gol e outras pessoas nascem de cara para o gol, com a bola no pé e chuta para fora.

Não pude parar de pensar em como gostaria de sentar com ela num papo bem aberto e tentar entender o porquê de uma pessoa se ligar a um tipo que me parecia tão ruim, tão fora de propósito.


Tá bom que já sei que ala romântica (ou sonhadora, ou seja lá o nome que queira dar) vai dizer que ela ama o cara, que talvez o amor deles supere tudo, e blá blá blá. Mas não me convence, porque o que mais vejo ao meu redor, são mulheres vivendo com sapos e achando, ou querendo achar que são príncipes. Raras são as que se valorizam, que buscam homens do seu nível

Pode ser que esteja errada no meu jeito de pensar, mas não entendo isso, porque se eu fosse bonita e jovem como aquela menina, ninguém me segurava, porque eu não sendo nada disso, já não me submeto a muita coisa!!

Aí me deu vontade de fazer um post para saber o que vocês acham disso tudo. Porque não vejo esse padrão de comportamento nos homens. Eles, no geral, tendem a exigir mais, a escolher mais. Enquanto as mulheres tendem a relevar mais, a ceder mais, a fazer mais concessões na hora da escolha de um parceiro. E não me venham com a velha história de que existe mais homens do que mulheres. Porque o que existe de verdade são oportunidades, mais para umas mulheres e menos para outras, o que não quer dizer que as que tem mais oportunidades são as que farão as melhores escolhas, como no caso que acabo de apresentar aqui no post.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Não administro carência alheia!!


Fazia tempo que não destilava minha acidez, mas esse assunto merece. Não suporto gente que despeja sua carência para que o outro resolva, dê conta do que está errado ou faltando na vida dela. Simplesmente me dá total angústia, me sinto sufocada, aborrecida e sem paciência!

Isso quer dizer que não tenho meu lado carente?! Que minhas amizades mais chegadas não são carente? Não!! Claro que não. Tenho sim muitas carências, mas busco não atirá-las como pedras nos outros. Se estou carente, vou ver um filme, encher a cara de cerveja, vou chorar até as lágrimas secarem, mas não vou ficar sufocando os outros, nem me jogando em cima das pessoas como se fossem tábuas de salvação.

Sempre digo que se uma pessoa quer me prender, me deixe livre! Claro que esse "deixar livre" não é me ignorar... rs... mas não ficar indagando se fiz isso ou aquilo, porque estou agindo desse ou daquele jeito, nem ficar pedindo para que eu faça declaração de amor. Certamente se a pessoa não ficar me pressionando, cobrando atitudes e palavras, na hora certa eu vou dizer tudo. Darei satisfação naturalmente, direi o quanto gosto da pessoa naturalmente. Mas se me imprensar na parede, aí eu me fecho como uma ostra. Sim! eu nunca disse que era uma pessoa fácil! Mas sou parceira quando gosto de alguém!

Vamos as minhas analogias. Tem gente que anda com suas carências, frustrações e angústia, como quem anda com bolsas grandes e pesadas; assim que encontra alguém joga o peso nas mãos do outro sem nem perguntar se a pessoa pode ou tá a fim de segurar aquilo. Repouse suas bolsas no chão e quando alguém se oferecer para segurar, aí sim entregue.

Em relacionamento amoroso o tipo de homem que me atraí é o objetivo/prático e bem humorado. O tipo que raramente apareceu na minha vida. Homens românticos demais, melosos demais, melancólicos, pegajosos demais, ciumentos demais, quase sempre me levam à angústia, justamente porque no pacote quase sempre vem incluída uma grande carência. Não sei muito bem lidar com excessos sentimentais. Isso se deve ao fato de que precisei me tornar menos passional e mais prática/racional, para fazer minha vida funcionar do jeito que queria. Claro que sou sensível, tenho meu lado romântico, sim. Mas certamente não excedo nesse ponto. Peco até pela falta, mas dificilmente pelo excesso.

Não estou confessando que sou uma pessoa morna. Isso não sou! Sou enfática e bem intensa na forma de me expressar, como em momentos que me deixam alegre, ou com raiva! Mas certamente o que rege a minha vida na maior parte do tempo, é meu racional, é ele que me dá chão, segurança, firmeza.

Nos relacionamentos em geral, seja ele romântico ou de amizade, o meu lema é o velho: "Viva e deixe viver!". É pré-requisito para me ter ao lado. Caso contrário eu escorrego feito sabonete molhado... rs.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Qual o ponto forte e o ponto fraco da sua vida?


Por muitas vezes me fiz essa pergunta. Aliás essa minha alma questionadora, não para de se perguntar sobre tudo a todo momento. Posso dizer, sem sombra de dúvidas, que o ponto forte da minha vida atualmente é o lado profissional e o ponto fraco sempre foi e continua sendo o lado amoroso.

Por muitos anos tive empregos bem ruins. Ralei muito nessa vida, ganhava muito pouco e morava muito longe do trabalho. Nas duas horas que levava todos os dias para ir e voltar do meu primeiro emprego, sempre tinha uma vontade imensa de pedir demissão daquele lugar, onde era maltratada pelo chefe e colegas, não era valorizada nem como ser humano e nem como profissional. Fiquei 6 anos da minha vida naquela empresa, tentando sair, sem encontrar uma chance. Um dia realmente cansada, pedi demissão. Não aguentava mais tantos maus tratos e um salário tão baixo.

Depois dessa empresa tive uma série de outros empregos curtos e ruins, até um dia bem cansada de tudo, pedir minha família que me desse casa e comida, que eu ia me dedicar 24 horas a passar num concurso público. Estranhamente, eles que nunca acreditaram em mim, concordaram, e por conta disso, depois, sustentei a casa por um longo período até sair de lá e hoje em dia ainda pago as contas da casa da minha mãe.


Passei em vários concursos, mas escolhi ficar no que me pagava melhor na época. Os primeiros anos nesse emprego não foram tranquilos, tive que lidar com muita gente mal caráter e caí num setor muito ruim. Continuei lutando para sair dali porque sabia que existiam setores melhores. Depois de passar por alguns, estou nesse atual há cinco anos. E posso dizer que minha vida profissional se acalmou. Meu chefe é muito legal, gosta de mim. O pessoal do setor também gosta de mim. Eles me ajudaram muito nessa fase difícil que passei. Enfim, hoje ganho razoável para me sustentar, meu ambiente de trabalho é tranquilo e perto de onde moro. Acho que Deus me deu um presente que agradeço todos os dias. Mesmo não sendo um emprego na área de medicina que sempre foi meu sonho, é um lugar que me faz muito bem.

Já no setor amoroso. Esse sempre foi um desastre total, muitos "pé na bunda". Um dedo podre pra escolher homem que vou te contar. Ninguém merece! Hoje em dia ando até com medo de tentar, porque minha vida toda foram cabeçadas atrás de cabeçadas. Tive uns poucos relacionamentos gratificantes, mas que terminaram, alguns de forma bem desagradável.

Não se pode ter tudo na vida!! E se era para ter um lado bom, prefiro mil vezes que seja o profissional, porque depende mais de mim para continuar dando certo e a partir dele posso concretizar outros projetos.

E você? Qual o ponto forte e qual o ponto fraco da sua vida? Vamos lá, anime-se e conte aí na seção dos comentários!!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Perseguição sentimental!


Se tem algo que me dá extremo pânico nessa vida, é perseguição sentimental. Entenda-se por isso, perseguição que se faz em cima de alguém que está apaixonado, ou mesmo perseguição entre amigos, porque isso existe também. Todas elas me angustiam demais.

Quando identifico quero correr da pessoa como se ela representasse uma ameaça. Acho que por isso não sou nada possessiva, não tendo a cobrar presença, telefonema, email de ninguém. E quando o faço, procuro ser sutil, para que os outros não sintam que estou "pegando no pé". Costumo dizer que não imponho minha presença. Procuro uma, duas vezes, vi que a pessoa não correspondeu, fico na minha.

Uma vez conheci um cara numa terça de carnaval. A gente transou, foi bom, mas é aquilo, eu era muito nova, queria curtir a folia e aconteceu de ficar com ele, mas a gente não tinha firmado nenhum compromisso, nada. Aí passei o tel do meu trabalho, porque naquela época não existia celular. Nossa! Na quarta-feira de cinzas começou meu suplício. O cara me ligava a cada quinze minutos. Eu pedindo, implorando para não me incomodar e o cara dizendo que tinha se apaixonado, que queria me ver, blá blá blá. Sei que a coisa tomou uma proporção tamanha, que minha chefia pediu que tomasse providências para que aquele cara parasse de ligar, porque ninguém aguentava mais atender o telefonema dele e nem eu. Tive que inventar que o telefone do trabalho estava grampeado, que já tinha falado com dois policiais, pois havia uma queixa contra ele na delegacia. Só assim a criatura parou. Nunca mais passei o telefone para ninguém que não tivesse confiança.

Uma amiga minha ficava ligando para minha casa querendo saber cada passo que dava, cada coisa que ia fazer. O incômodo me tomou imediatamente. Sempre que dizia que ia ficar em casa, ela pedia para eu ir para a casa dela. Aquilo foi me angustiando a um ponto que estorei, dizendo que não era porque estava em casa sem um compromisso, que teria que correr para a casa dela. Queria ter a opção de ficar na minha casa! Ficou meio chateada por um tempo, mas se corrigiu, e hoje em dia temos uma amizade bastante sadia, sem cobranças, sem "sufocamentos".

Gente! Isso para mim é uma fobia. Um dia desses vi um filme que o namorado perseguiu tanto a namorada ao ponto e bater nela e querer matá-la. Teve o tão famoso Atração Fatal (foto acima), que virou sinônimo desse tipo de situação. Na vida real temos vários exemplos que aparecem na TV. Então, se identifico isso nos relacionamentos amorosos ou em amizade. Parece que vou surtando de pavor!

A hora é essa! Se fiz isso com alguém algum dia que segue me blog, digam, porque do mesmo jeito que tenho pavor de ser perseguida, tenho de sentir que estou perseguindo alguém. Nunca deixem de me falar!

Atentem que isso não tem a ver com carinho, amizade, amor, paixão! Isso é um comportamento doentio que a pessoa não percebe! Ou não quer perceber!

Se quer me ter sempre por perto, me deixe livre! É meu lema de vida em relacionamentos de qualquer espécie.