Mostrando postagens com marcador sentimentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sentimentos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Não tenho me apaixonado!

Bem... Essa é a minha reflexão de férias. Sim! Hoje é meu primeiro dia de férias! Ebaaaaaa!

Não tenho me apaixonado e esse é um bloqueio que me persegue há alguns anos. Não tem nada a ver com ter me separado recentemente. Não me separei porque queria buscar alguém mais interessante, me separei porque não dava mais e isso acontece com muitos casais todos os dias...

Massss... Fica rodando na minha cabeça essa pergunta: Por que não me apaixono por ninguém? Por que os homens não tem me encantado o suficiente a esse ponto? Não creio que tenha culpados nessa história, apenas acontece desse jeito. Eu saio com os caras, acho super legal estar com eles, beijo muito na boca, mas o CLICK não acontece e eu volto pra casa achando que era só aquilo mesmo. Mas a Lei de Murph diz que quando você não quer compromisso, o compromisso te persegue, e alguns deles ficam me ligando. Acho que vou parar de dar o celular, só se achar realmente que algo aconteceu de diferente. Pior é que não prometo nada, não digo que adorei o cara nem nada, só fico. Como o ser humano é estranho! Quando eu corria igual uma doida atrás dos homens eles "cagavam na minha cabeça".

Sou a mais gostosa da mulheres? Claro que não, gente! Mas vocês sabem que quando se está na "pista" coisas rolam mesmo, independente de você ser linda ou não.

Bem... Estou entrando de férias e só penso em fazer umas duas viagens (pequenas), resolver pendências, fazer atividades fora da rotina, beijar muuuuuito na boca, beber cerveja, e estragar minha saúde fumando (mas só quando bebo)... eheheh... Não estou desgostosa, não, gente! Nem sei se escrever isso aqui é uma boa idéia, porque não sei se o pessoal vai entender na totalidade o que quero dizer.

Estou bem, feliz pelas férias, entusiasmada com minha vida nova, mas me preocupa essa minha frieza diante de um novo relacionamento. Porém tem um lado bom de estar sozinha nesse momento, minha vida sexual tá dando uma renovada e disso estou gostando muuuito... ehehe

Existe uma divisão dentro de mim. Um lado meu adoraria se apaixonar. Outro detesta essa idéia, porque gosto de ter a minha liberdade, de ficar com quem quiser sem ter que dar satisfação se o relacionamento é aberto, fechado etc. Quero apenas poder viver, sem ter que carregar o peso de uma relação. Ao mesmo tempo, lá dentro da gente, sempre fica aquela vontadezinha que alguém mexa com nossos sentimentos.

Afinal! Atire a primeira pedra aquele que não quer se apaixonar e ser correspondido! eheheh

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Às vezes a vida cansa...

Definitivamente não sou fã desse tipo de post! Não que não goste de ler em outros blogs, mas detesto ter que escrevê-los, no entanto a necessidade bate e é aqui que posso fazer isso...

Situações que vinham minando o relacionamento com meu "namorido" até que amenizaram. Mas o processo que veio a partir disso é que está muito estranho dentro de mim. É como um lago límpido em que a sujeira estava toda no fundo, você vai lá remexe e tudo fica turvo, o que parecia transparente fica difícil de perceber...

Eu andava bem acomodada a situações que me pareciam estáveis, mas depois de todo esse rebuliço, passei a querer sensações, emoções e sentimentos que antes estavam adormecidos. Passei a ansiar por uma vida diferente. Minha auto-estima que até então se sustentava em algumas bases, meio que balançou e o desejo de reafirmá-la parece estar em cada esquina, cada rosto que olho.

Enfim, tudo está de um jeito que me deixa insatisfeita. Eu queria estar vivendo diferente, mas não sei explicar muito bem de que jeito. A única coisa que sei é que estou precisando de novas emoções... que antes não necessitava...

Por que o ser humano é assim tão confuso quando tem que lidar consigo mesmo e tão auto-suficiente quando o problema é com os outros? É tão fácil palpitar na vida alheia, resolver o problema do amigo com conselhos muito bem elaborados, mas quando é com a gente, parecemos crianças perdidas na escuridão em busca de uma mão que nos oriente. Ou se somos muito orgulhosos nos fechamos em nossas máscaras, personagens fingindo que nada acontece.

Assim que tenho me sentido ultimamente, fechada em minha personagem que criei para me defender e resolver situações. Por fora estou inteira até luminosa, por dentro uma menina que pede socorro...