Sempre que escrevo um texto tenho a nítida impressão que as pessoas que realmente leram o post, leram o que queriam perceber naquele texto e dificilmente o que realmente tive vontade de passar.
Isso é bem compreensível, não estou aqui para censurar ninguém, longe de mim fazer tal coisa, quero apenas analisar! Sempre que começamos a ler um post, todas nossas experiências, conceitos, preconceitos, traumas vão se somando a nossa mente, em cada frase lida. Então, escrever, por mais objetivo que você queira ser, sempre será algo subjetivo, porque sempre estará a mercê do que o leitor quis enxergar nas linhas e entrelinhas.
Num post anterior do meu blog, os comentários expressaram bem isso que estou tentando dizer. Umas pessoas se sentiram meio que ofendidas, outras concordaram, outras concordaram em parte, outras discordaram, muitas disseram que afirmei coisas que nunca me passaram pela cabeça. Hoje em dia aceito tudo isso, afinal, se eu abri meus textos para comentários tenho que aceitar a opinião do outro! Se eu quiser ser a dona da verdade tiro a seção comentários, como fez um amigo meu, ele se incomodava tanto com a opinião alheia que eliminou os comentários, agora escreve livremente e está feliz.
Assim que comecei a escrever em blogs, ficava irada, achando que as pessoas eram burras e que não tinham lido direito o que tinha escrito, com o tempo fui vendo que não. Por mais que a pessoa queira ser imparcial diante de um texto, ela vai interagir com ele segundo suas opiniões, vivências e ao final sempre teremos uma interpretação e não uma leitura pura e simples.
Às vezes chega a ser assustador o modo como as pessoas colocam palavras, ídéias no seu texto, que você por mais que leia e releia, não consegue entender como chegaram àquela conclusão! Em alguns posts a coisa é tão gritante que os comentários escritos por pessoas diferentes, afirmam um mesmo ponto que você simplesmente não colocou em seu texto, sequer pensou naquilo.
Isso enfurece muitos autores de blog. Não é raro a gente assistir "bate boca" em blogs, tanto na seção do comentário como um indo no blog do outro, retrucar. Há muito tempo eu deixei de responder qualquer comentário, a menos que seja para esclarecer algum ponto que faltou. Porque sinto que é impossível ser entendida na totalidade na idéia que quis passar no post e o outro tem direito total de opinar como bem quiser.
Até esse post será interpretado de várias maneiras, visto sob vários ângulos, a polêmica dos comentários não tem somente um lado negativo, ela te ajuda a enxergar nuances interessantes da questão, que o autor do post não percebeu. Eu gosto quando um post gera comentários com opiniões opostas, me faz pensar bastante. Só não me sinto muito à vontade, quando a pessoa contesta de forma agressiva algo que não disse ou, pelo menos, não tive a intenção de dizer. Enfim... faz parte!
Que venham as interpretações!
sábado, 10 de maio de 2008
Interpretações...
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Telefone, um mal necessário.
Volta e meia leio em um post que alguém não tem paciência para telefone. Aí fico pensando se mais gente ODEIA telefone tanto quanto eu! Para mim, essa aparelho que falante e escutante, só serve pra marcar consulta, resolver problemas comerciais e raramente ter uns minutos agradáveis com alguém que gosto.
Não satisfeitos em inventarem o telefone para nos encher a paciência em casa, inventaram o celular para continuar o processo na rua. Aquele animalzinho que grita dentro da sua bolsa nas horas mais impróprias. O pior de tudo é que eu comprei um! Quando o celular começou a virar uma febre, eu jurei pra mim mesma nunca maaaaaisss passaaaar foooome!! Affe!! Isso é do filme "E o Vento Levou". Jurei nunca ter uma coisa dessa gritando na minha bolsaaaa!!! Até que um dia, cansada de tanto me perguntarem o número do meu celular, eu dizer que não tinha e a pessoa ficar escandalizada. Entrei numa loja e comprei o mais barato de todos.
Enfiava aquilo na bolsa e ficava andado com ele, semanas, meses, totalmente descarregado. Mas pelo menos tinha um número para dar quando me perguntavam. Me sentia inserida na socidade como cidadã normal (como se ser normal para mim fosse algo possível)!
Bem... Aí todos passaram a reclamar não de eu não ter um número de celular, mas de não deixar ele com a bateria carregada e ligado. Aí lá fui eu novamente me domesticar para andar com um celular ligado. Sempre que ele tocava achava um saco ter que falar naquilo num lugar que não fosse minha casa. Mesmo assim fui me acostumando e acabei trocando o aparelho por um mais bonitinho.
Hoje em dia tenho um celular legalzinho, que tira foto, filma, toca música e até fala. Olha gente! Eu consigo falar no celular! Se bem que ele me seja mais atraente como câmera fotográfica! Uso mais para trocar umas poucas palavras com meu namorado. Para conversar um pouco com uma amiga e, assim como como o telefone fixo, marcar consultas e resolver problemas!
Definitivamente não nasci para telefone! Se ele toca na minha casa e me perguntam: "- Quem tá falando?", eu tenho vontade de responder:"- É a Marylin Monroe, não morri e estou aqui para satisfazer todos seus desejos sexuais". Se é engano eu tenho vontade de xingar a mãe! Piooooor de tudo mesmo é você ser punida por ter o nome limpo no SPC. Ligam para te oferecer desde caixão, até cartão de crédito para você, sua família e amigos! Quando digo alô, que a criatura diz meu nome completo, eu já tenho minhas saídas:
- Digo que sou lésbica, que minha mulher me sustenta e não tenho como comprar nada!
- Digo que sou a faxineira da casa!
- Digo que fulana (eu) morreu e pergunto quem deseja falar com ela!
Claro isso depois de me certificar de que não é de nenhum banco que tenha conta. Ou de alguma empresa que tenha algum negócio! E nos dias que estou mais mal humorada do que de costume com o telefone, eu simplesmente falo alô, identifico a mala sem alça, coloco o fone em cima da mesa e deixo a pessoa falando até perceber que "a ligação caiu".
Tá bom, gente! Eu confeeeeesso que sou uma tremenda chata e mal educada quando se trata de telefone. Por isso fico longe dele no meu trabalho o máximo possível. Em casa tenho um identificador de chamada para filtrar metade das ligações, 1/3 meu namorado atende e despacha e a terceira parte restante eu deixo falando sozinha mesmo!
Se você quer ser meu amigo, marque um encontro comigo, me mande um email, ou até me chame no msn! Mas telefone nãããããão!!!
terça-feira, 6 de maio de 2008
Qualidade de vida... (o complemento)
"Qualidade de vida..." foi um post que produziu opiniões diversas. Agradeço todos os comentários, os que concordaram e os que discordaram. Mas teve um, em especial, que achei interessante publicar como complemento, por ter sido escrito por alguém que conheço pessoalmente, dando um relato sobre a doença grave de sua mãe e que nos faz ter uma noção da questão de uma forma mais ampla. Sei que é chato ler post grande, mas vale a pena conferir:
Bem, presencio uma situação dessas aqui em casa. Houve tempos em que minha mãe queria morrer pra não dar trabalho e tbm pq é terrível um dia vc ser uma pessoa ativa e na moda e no outro estar presa em uma cadeira de rodas, sabendo que chegará o dia em que ficará de cama. No entanto o Universo sempre nos prepara surpresas e ela teve que aprender a lidar com a doença e com a situação que esta vivendo. Ela não fica refletindo sobre isso, pelo menos não expressa isso, mas sinto que o referencial de felicidade para ela hoje em dia é algo completamente fora do que eu possa pensar. Os referenciais dela são completamente diferentes dos meus.
Pra ser sincera, acredito que essas pessoas citadas tenham momentos felizes... e ninguém vai dizer pras câmeras o contrário. Devem existir momentos felizes (pra todos é assim), mas deve ser muito triste na solidão. Nosso Brasil exclui qualquer tipo de deficiência e as pessoas tendem a excluir qualquer tipo de diferença, sendo assim, viver em situações como essas é algo como uma luta cármica, na minha visão... sei lá, tem algum aprendizado, lógico, e no final você tem que se aceitar e aprender a viver feliz com isso, pois não há escapatória... ou você fica feliz assim ou entra em profunda depressão e piora ainda mais sua qualidade de vida, pois ninguém gosta de lidar com depressivos ou pessoas infelizes (tai os casos de famílias que abandonam e "acompanhantes" que espancam, maltratam, etc, seus clientes idosos e/ou com algum tipo de deficiência).
Aliás, esse conceito de qualidade de vida pode ser muito amplo... por exemplo, no caso daqui qualidade de vida é ela conseguir estar em casa, que é onde ela se sente segura, com as pessoas queridas, sendo bem tratada, alimentada e podendo assistir aos programas que a distraem sem dor, sabendo o que esta acontecendo na sua realidade (quem chegou, quem saiu, porque saiu ou chegou). Falta de qualidade de vida é ficar no hospital sendo tratada por aqueles animais que se dizem médicos e enfermeiros (nem todos, mas uma grande parte), que a fazem sentir dor e a tratam como lixo humano, naquele ambiente estéril.A fazem "apagar" simplesmente pq não querem ter trabalho, ou a deixam suja pq estão com preguiça ou sem saco de ir lá trocar (pois é algo trabalhoso, que requer cuidados), o que resulta em vários machucados e uma piora na condição dela.
Isso sim é falta de qualidade de vida... aliás, isso é falta de humanidade... mas não se pode esperar muito dessa humanidade que vive por aqui...
Gosto de pensar que tudo tende ao equilíbrio... então... nada acontece ao acaso... ninguém está livre de ser o próximo a ter que viver uma situação dessas... no final, todo mundo recebe aquilo que pode carregar.
P.S. tenho consciência também que se a medicina não estivesse como esta, nem ela e nem eu estariamos vivas... então, repetindo, nada é por acaso e cada um recebe aquilo que pode carregar e precisa aprender a lidar... por caminhos tortuosos e dolorosos ou não.
Já pensei inúmeras vezes que era melhor ela morrer. Não que não goste dela, pelo contrário, nos momentos em que ela ficou internada era um silêncio apavorante e profundo por aqui, uma sensação de vazio físico e espiritual... Mas sinceramente, quando você vê o outro todo ferrado sendo tratado super mal e você não pode fazer nada... é frustrante e doloroso. Você pensa SIM que a morte seria muito melhor para cessar o sofrimento dela e dos que convivem com ela. Ela já expressou isso no passado e foi criticada pela minha avó, ultra conservadora-católica-cristã.
É muito bonito e cristão pensar que "oh, como é bom ela viver, mesmo que esteja completamente f****a e piorando!"
Ver alguém que você ama numa CTI sendo IGNORADA pelos que trabalham lá enquanto sufoca, vermelha, com os olhos esbugalhados, engasgada e sem ar... por sorte você está lá pq é horário de visita, após algum estresse eles vão lá atender a pobre sufocada. Você vê que aquilo provavelmente esta se repentindo há algum tempo, pois a pessoa sufocada procura seus olhos (quando vc convive com alguém assim você aprende a ler seus pensamentos)e te olha com desespero e, quando pode, pede pra sair de lá... e você não pode fazer nada, pois se ela sair de lá com certeza irá morrer em casa e você receberá um lindo e fantástico processo judicial por omissão de socorro, ou homicídio, já que você a retirou do hospital.
Fala sério, vc depende da boa vontade dos outros...muito bonito e cristão dizer "eu não ligo ou eu não vejo problema; ficaria muito feliz que a pessoa não morresse". Vive a experiência pra ver como é lindo e maravilhoso... as pessoas vão se afastando na medida que a doença vai piorando e o enfermo vai se tornando mais incapaz e dependente, pois as pessoas não desejam ser aquelas que "terão que cuidar" e somem MESMO. Claro que restam alguns e esses fazem a felicidade do enfermo, mas quem convive vê... as pessoas não sabem lidar e se afastam... o país não te acolhe, tudo é dificultado...
Já pensei várias vezes que se eu tbm tiver a doença prefiro morrer... até pq sei que tudo é incerto nessa doença... e não tenho tanta certeza que teria alguém comigo como meu pai faz com minha mãe. Além do que, esse apego cristão à vida é extremamente estranho. Ok, legal viver, uma experiência única, já que esse é o único planeta no momento em que podemos experimentar a vida dessa forma, mas esse medo da morte, esse apego... putz... essa regressão pós cristianismo... ai ai.
Mas já aprendi que nem tudo vai pelo caminho mais fácil ou que eu acredite ser melhor...
**** beijos de novo!
Nota: agora ela esta bem e em casa, como disse no comentário anterior. Agora inclusive ela tem dado retorno e não tenho mais pensado em morte pq vejo que ela gosta de viver, de controlar o pequeno mundo a seu redor... e tbm pq espiritualmente acredito que ela está tendo um desenvolvimento profundo e uma ascensão fantástica, que já vem de outras vidas.Eu mesma já mudei minha visão sobre o mundo, pelo paradigma espiritual.
Antes que seja linchada pelos cristãos presentes, nada contra nenhuma religião ou forma de pensamento. Citei episódios recentes e reais, mas nada nesse mundo é fixo, cada um pensa como quer e reage ao mundo ao seu redor de sua forma individual... nem tudo é igual e nem todos experimentam os fatos da mesma maneira. Claro que cada caso é um caso e tudo mais... respeito a todos os pensamentos divergentes dos meus, por mais que me expresse de forma exagerada e enfática não acredito que esteja certa sobre nada... é minha visão que estou compartilhando e só.
(Jura Secreta)
domingo, 4 de maio de 2008
Qualidade de vida...
Gente! Eu tenho opiniões tão esquisitas que fico pensando que não regulo bem da cabeça. Mas aí eu encontro outro ser que funciona na sociedade e que pensa como eu, aí fico um pouco aliviada.
Dia desses tava vendo uma reportagem com meu namorado, em que o rapaz tinha ficado tetraplégico aos 22 anos. A mãe agradecia a Deus o fato dele estar vivo, até aí tudo bem, evidentemente a mãe vai querer o filho acabado, mas vivo, esse pensamento eu até entendo, não queremos perder as pessoas que amamos. No entanto, o garoto rindo para a câmera agradecia, também a Deus, a chance de estar vivo, disse que perdeu todos os movimentos, mas estava VIVO.
E a qualidade de vida?!!!!
Outro dia estava vendo um programa sobre fatos extraordinários da medicina. E tinha o caso de uma jovem que nasceu com Epidermólise Bolhosa... Calma não xinguei a mãe de ninguém! É uma doença raríssima e genética que faz com que seus portadores tenham a pele totalmente solta da carne, com isso ela se rasga à toa, ocasionando lesões sérias até num mínimo movimento. Isso sem contar as bolhas, que nada mais são que a própria pele que se rompe e forma uma ferida! Uma coisa triste de se ver. Bem... Aí a jovem disse que teve sorte de chegar aos 21 anos, visto que os portadores dessa enfermidade não passam da adolescência.
Carambaaaa! Juro que admiro a força interior dessa jovem, mas não era euzinha que ia querer viver mais, com algo assim. Onde está a qualidade de vida dessa pessoa?!!
Ai, ai! Deus que me perdoe se tiver falando uma extrema besteira, mas eu prefiro mil vezes estar morta, a estar tetraplégica, ou com uma dessas enfermidades horríveis raras e sem cura. Pra isso confesso que sou fraca, frouxa, cagona! Não quero uma vida assim! Nisso meu namorado concorda comigo!
Eu tenho opiniões esdrúxulas do tipo: prefiro morrer jovem, antes de ficar toda cocorocada de velha! Quando desse os primeiro sinais de velhice já era para eu estar morrendo. Imagina ficar tetraplégica?! Pronto, falei!
Não tenho nada contra os velhos, muito pelo contrário, acho que eles são extremamente injustiçados na nossa sociedade. Carregam um estigma de imprestáveis, feios, e tolos. As pessoas simplesmente ignoram a sabedoria que uma pessoa de mais idade possui.
Quando se fala de velhice feminina a coisa fica mais feia ainda. A mulher vai envelhecendo e parece que cometeu um crime hediondo! Nada mais é permitido! Ainda bem que as mudanças sociais estão jogando esse rótulo de velha para cada vez mais velha... Affe essa frase ficou esquisita!
Dane-se o que os outros achem, mas eu não acho o mundo um lugar tãããão legal que valha a pena você ficar tetraplégico, com epidermólise bolhosa ou muito velho! Prefiro morrer antes disso...
Admiro de verdade a força interior das pessoas que passam por isso e superam numa boa! Mas sinceramente acho que não sou uma delas! Todas as pessoas têm seus pontos fortes e fracos, acho que esse é o meu ponto super fraco!
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Inteligência Emocional
A Inteligência Emocional está relacionada a habilidades tais como motivar a si mesmo e persistir mediante frustações; controlar impulsos, canalizando emoções para situações apropriadas; praticar gratificação prorrogada; motivar pessoas, ajudando-as a liberarem seus melhores talentos, e conseguir seu engajamento a objetivos de interesses comuns. (Gilberto Vitor)
Esse tema é interessante porque percebo a minha volta pessoas que julgo inteligente, aprendem tudo com facilidade, cruzam informações importantes para chegarem a conclusões lógicas, mas parece que isso é mais aproveitado para solucionar questões setorizadas. Quando se trata de dirigir sua própria vida, a coisa não funciona tão bem.
Conheço pessoas inteligentes que são iludidas no amor e nas amizades das formas mais pueris, repetidamente. Pessoas cheias de capacidade intelectual e que não conseguem desenvolver uma vida profissional satisfatória. Pessoas que não sabem utilizar os acontecimentos, experiência para que suas vidas funcionem melhor. Ficam empacadas como aqueles velhos discos de vinil arranhados, que não saem de um ponto da música. Elas até percebem, identificam tudo que está errado na sua vida, mas ao mesmo tempo é como se tudo ficasse jogado no chão como um grande quebra-cabeça, que a pessoa simplesmente não consegue montar.
Essas pessoas, geralmente, estão com as vidas estagnadas. Elas até percebem que erraram feio em um certo ponto, mas essa sensação não é interiorizada e "processada" e quando a situação ressurge, elas erram de novo e continuam paradas.
Burrinho é aquele não está percebendo o mundo em todas as suas nuances, vive como os cães e gatos (parafraseando um poema de Fernando Pessoa). Essas pessoas podem até se beneficiar de um inteligente emocional ao seu lado, que trace as metas. Tendo consciência de como solucionar o que está errado, o burrinho pode passar a frente do inteligente. Porque inteligência emocional parece ter menos a ver com Q.I. e mais com capacidade de aproveitar informações em benefício próprio. Afirmo que conheço criaturas desprovidas de um boa inteligência e que têm uma vocação fantástica para melhorarem suas vidas.
Tenho pessoas a minha volta que julgo serem mais inteligentes que eu, falando apenas de Q.I. e que se beneficiam da minha inteligência emocional. Considero-me inteligente, mas acho que o que mais me ajuda atualmente é minha inteligência emocional, pois esta pode ser desenvolvida no decorrer da vida, requer esforço, discernimento e um algo mais inexplicável. Sei que não sou a tal! Sei que erro pra caramba! Tenho fobias ridículas que me travam, mas de uma maneira geral consegui dar viradas pra melhor na minha vida devido a minha inteligência emocional.
O motivo maior do post é mostrar que Q.I você nasce com ele alto ou baixo e ponto. Mas inteligência emocional é algo que pode ser desenvolvido, ajustado, melhorado, absorvido.
Como anda sua inteligência emocional? Você conhece um inteligente emocional?